Aqui, a tentativa de revelar aspectos do cotidiano, alternando os assuntos e os escritores. Para isso foi melhor optar desvencilhar-se de preocupações formais de redação, forma do texto e demais exigências, certo?

sexta-feira, 2 de março de 2012

Quem mora sozinho almoça/janta?


Quando a gente mora sozinho os horários ficam tão atrapalhados que não sei mesmo se existe rotina. Eu me esforço pra cumprir mais fica complicado! Com a família vc tem hábito de sentar à mesa, de conversar enquanto come e por aí vai.
Depois que "arrumei a mala e vazei" como diz meu pai, minha vida mudou tanto! E óbvio que esses hábitos alimentares de anos não me acompanharam... "Enraizados", não? rsrs... E como a meta agora é voltar a me comportar como sempre fui ensinada (sim, porque sua mãe não te ensinou passar o dia jogada na cama comendo doritos e tomando coca-cola), estou me prendendo aos horários.

É muito bom se programar, e falo isso não só para as finanças não! Se vc programa sua alimentação vc também evita surpresas... Se vc programa suas aulas na academia elas devem ser encaradas como compromisso mesmo... Se vc programa passar em um concurso, não há como fugir do estudo diário... É "pipou", não adianta me acusar de cercear a liberdade das pessoas porque não há como viver de outra forma quando se tem metas. É o famoso "NO PAIN, NO GAIN".

A Camila do Pensando Magro que sempre aparece aqui no bloguinho, lançou a tag #almoçododia no twitter para que possamos compartilhar os pratos do almoço, e a cada semana ela vai escolher os pratos mais saudáveis... Não tenho pretensão de ganhar no ranking dos pratos, mas sim de querer voltar a forma com saúde e compartilhar a experiência pra poder ajudar as pessoas que estão na mesma situação que eu.

Não tenho muito do que me gabar porque meus almocinhos estão super fracos... Costumam dizer que "felicidade engorda" e sinceramente eu não sei se é verdade, mas o que tenho certeza é que "passar por problemas" emagrece. Pelo menos comigo está sendo assim, acho que engoli alguma coisa que não desceu direito na garganta. Mas olhando pelo lado bom (porque TUDO na vida tem dois lados), dá uma olhada nos pratinhos:

Arroz com lentilha, alface, tomate, beterraba, frango.

Arroz integral, alface, cenoura, beterraba c gergelim, tortinha de alho poró e champignon (q não comi) e frango.


E o "wonderfull time" da semana foi: recusei o convite para almoçar no Mangai, cujo prato geralmente seria como esse (farofa, lula, camarões, molhos e etc):


Respirei fuuuundo, contei até quase 50 (mentira, foi só até 10!), resisti, e almocei esse:





Alface, cenoura, beterraba, couve e frango. Bela troca, né? #not! Se comparado ao almoço anterior parece até que fiquei maluquinha, mas não é nada disso... É que quando olhei aquele prato de comida nordestina, lembrei daquela minha calça jeans... Aí sabe, né? A calça tá quase no topo da minha "lista da magreza". Economizei calorias e dinheiro. Isso sim é uma delícia!

Mas meu desafio é tentar almoçar "saudavelmente" nos finais de semana. por que convenhamos, durante a semana almoço em restaurante e a única dificuldade é resistir o que entra ou não no prato... Agora quando sou eu que tenho que ir ao mercado, comprar as verdurinhas, lavar, preparar saladinha, grelhar um franquinho... ahhh... eu já penso logo: não é mais rápido um macarrão? Pois é, pode ser mais rápido, mas ando pensando o seguinte: quanto mais rápido o prepado da comida, mais devagar eu chego perto da calça desejo...

É uma escolha... mas afinal, que outra coisa mova a nossa vida que não as escolhas que fazemos e a consequência delas???

Fé na tábua!

Você sabe comer?

Porque eu não sei. Não sei comer as porções necessárias para manter o estilo de vida saudável que nós buscamos incansavelmente. Exagero no doce sem dó! Excluo o feijão. Passo semaaanas sem comer arroz, mesmo integral... Não como de 3 em 3 horas e vou com tudo pra cima do jantar... É, não tá fácil pra ninguém.

Mas essa semana, lembrando das dicas da nutricionista, fui ao supermercado (sem fome, claro), e me surpreendi com o que comprei: peito de peru, pão integral, queijo cottage, iogurte 0% de gordura, cookies integrais, castanha-do-pará e só. Nada das minhas paixões entrou na compra... Nem miojo, nem sopinhas prontas, nem biscoitos, nem chocolates / balas, ou seja: uma vitória!

Acho que o meu estômago anda levando alguns sustos, mas que seja para o bem!
E quando eu me desespero ou penso em desistir eu só lembro de três coisas:

1 - minha lista de motivos pra ficar magra (sim, eu tenho, e muitos!);
2 - aqueeela calça jeans desejo que tá jogada no meu armário porque não cabe mais;
3 - e claaaaro, a Sabrina Sato (dona de um corpão maravilhoso e de um humor mais maravilhoso ainda, porque não adianta ter duas bundas num corpo só, uma na frente e outra atrás, hehe).






A foto, eu salvei do twitter dela!

E aí? Vai se entupir de sorvete, ou vai se matricular na academia mais próxima? Não vai se esforçar nem um pouquinho em aprender a comer direito?? Hahahaha, cruuuuel!!!

Essa coisa da listinha de desejos, aprendi no blog Pensando Magro, que aliás, adoro. Essa técnica (também do livro Pensando Magro) é aquela tipo do livro "O Segredo", sabe? Se a tentação chegar, abra a bolsa e repita em voz alta os motivos que a faz largar a sobremesa e lembrar do jeans apertado. Não acreditava muuuuito não, mas sabe como é... Parece que não, mas algumas coisas na vida de tanto vc desejar e se dedicar a pensar positivamente, acabam dando certo se vc acreditar... Pensem nisso.

A versatilidade das saias longas.

Desde a cirurgia estou usando meias Kendall, e elas não são nada fresquinhas. Agora pensa em usar meias 7/8 de média compressão com calça? Tá ficando difícil trabalhar!!! Minha alternativa foi investir em saias longas... Estou usando e abusando de saias longas, e sério, estou AMANDO!



















Fui lá no BFF Google imagens e capturei essas fotos só pra ilustrar e encorajar quem não usa porque acha que o look vai ficar simplório demais. A minha preferida, é a preta, claro!! Daqui uns dias amarro a minha na cama, senão ela vai sair andando na rua sozinha, haha!

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Eu tenho mesmo que ir ao oftalmologista?




Pior que sim.
Eu fui daquelas crianças-adolescentes que usou óculos, aparelho e quebrou o braço ao mesmo tempo. Tenho uma foto que me lembra dessa triste realidade, rs. Comecei a usar óculos com menos de 11 anos de idade, e nunca tive poucos graus, hehe. 8 anos atrás me operei a laser, mas como não é 100% garantido, os óculos voltaram pra minha vida, com pouco grau, mas voltaram.

E eu sou daquelas pessoas dependentes dos óculos, sabe? Se eu não ficar alerta, até de óculos eu durmo. Não enxergo de longe, aliás, enxergo. Só que beeeeeem embaçado!!!! Depois da cirurgia não só alguns graus retornaram... Fiquei com o "olho seco" e dá-lhe colírio Lacrifilm! Então, nada de usar lentes por um bom tempo... Já mandei fazer algumas, mas nada de adaptação... Mas agora, enfim, a novidade! Fui liberada pra usar lentes de contato de novo! Uhu!

Em poucos dias as novas lentes chegarão e eu vou estacionar meus óculos durante um tempinho, hihihi, quer novidade melhor? Olha que atencioso o oftalmologista que me atendeu, né? Fazer testes, se preocupar em me enviar, perguntar sobre a necessidade do uso e fazer tooodos os exames comigo... Médico assim merece todo meu respeito e admiração.

"A responsabilidade do médico não termina quando cessa a fase aguda da doença ou é completada a cirurgia. Ela se estende até o momento em que o paciente se encontra em condições de viver e trabalhar com suas funções remanescentes." (LEAVEL E CLARK, 1976).

E você? Qual a última vez que foi ao oftalmologista?

quinta-feira, 1 de março de 2012

Como não sentir saudade?





Não tem jeito de não sentir saudade.
Recentemente, uma pessoa muito querida faleceu... Não era da minha família, nem meu amigo, mas agradeci à Deus por ter me permitido conhecê-lo. Fico me perguntando como suprir a falta quando uma pessoa tão querida se vai... Sofri muito, e ainda sofro até hoje a falta do meu avô que faleceu há 17 anos. A dor não passa e o tempo só ameniza.

O Dorival era um ser iluminado, engraçado, conseguia de mim aqueles enormes sorrisos, sabe? Divertido, de bem com a vida, trabalhador, pai, esposo, tio... Uma pessoa que aprendi a admirar ainda mais a cada vez que pausava aquela nossa bagunça pra ir dormir e sair na madrugada pra trabalhar... Amiração mesmo, porque não são todas as pessoas nesse mundo que sabem a hora de parar. Não vejo outra forma de lidar com a falta do que lembrar sempre de quem perdemos com alegria senão através das lembranças... Coelho Neto já dizia "a saudade é a memória do coração"!

N
ão sabemos dos planos de Deus, e nem do tempo em que as coisas precisam acontecer... O momento é de muita dor, saudade e surpresa pelas coisas terem acontecido de forma tão rápida. A todo minuto me lembro disso e penso: somos tão frágeis, tão vulneráveis... E o melhor que podemos fazer é isso... Viver como Dorival... Fazendo as pessoas sorrirem, cuidar da família, dos amigos, viver de coração puro e alma leve...

Mesmo de longe, ofereço toda força e fé que puder existir para toda a família dele, família que aprendi a amar como se fosse minha.






Segundo passo: consulta com o endocrinologista.

A luta contra o sobrepeso continua!




Hoje fui me consultar com o endocrinologista do Instituto Emagrecer, e não gostei taaaanto assim não... Parêntese importante - (Talvez eu seja muito exigente, viu? O que não quer dizer que não agrade outras pessoas). A princípio ele me deixou mais de uma hora esperando pra ser atendida e pra mim isso é muita falta de educação, afinal as pessoas não vivem em função e médicos se acham deuses. As perguntas que ele me fez foram aquelas frequentes: quando começou a engordar, motivo aparente, bebe, fuma, alergias, toma algum remédio de uso contínuo, já fez algum tratamento p emagrecer...




Eu estava super curiosa para entender tudo sobre tireóide (já que meus hormônios estão a mil) e ele nem deu muita importância. Me indicou sibutramina, e uma outra fórmula pronta que é até interessante. Outro ponto que não gostei foi da indicação da fluoxetina já que eu disse que não queria pois me deixa sonolenta. Não adiantou, ele marcou naquela fórmula pronta a tal fluoxetina e eu não quero. Ponto. E o ainda acrescentou que se a fluoxetina combinada c a sibutramina não dá sono. Acontece que eu não quero fórmulas prontas, eu quero mudar meus hábitos!!!




Outro ponto que não gostei foi quando ele disse que exercício físico não faz perder peso, apenas mantêm. Tá certo que cada médico tem seu posicionamento e sua linha de raciocínio sobre qualquer assunto e como advogada respeito isso (pq somos do mesmo jeito), mas poxa, desestimula, né? Eu quero qualidade de vida!!! A consulta valeu pela seguinte frase: "pessoas com problemas vasculares não devem fazer uso de anticoncepcionais" e isso valeu demais mesmo, mas isso é dúvida pra outro post, rsrs.




Mas mesmo assim, super curiosa, fiz o orçamento da receita e o valor foi aproximadamente 600 reais!!! UM FURTO! Não quis de jeito nenhum!!! Mas um dos componentes da fórmula, detalhe: o mais caro, acerca de 378 reais (q pode ser vendido separadamente) me chamou a atenção. Alguém conhece o KOUBO? Andei pesquisando na internet (saaaanto Google) e descobri as seguintes informações:

Koubo e Pholia Magra


Fonte: Google Imagens





KOUBO é o extrato da cactácea Cereus sp com ação na redução do apetite, principalmente doces, e controle do peso. Conhecido como o ”doce do deserto” o KOUBO é uma suculenta e deliciosa fruta muito popular no agreste brasileiro, utilizada amplamente na culinária do norte e nordeste do país em preparações doces, como compotas e geléias.




Estudos científicos e testes laboratoriais, realizados pelo Grupo Pharmacopéia CIL (Brasil) constatou que o KOUBO possui propriedades importantíssimas no processo de emagrecimento. Verificou-se que o extrato da fruta, ingerida em cápsulas, diminui a vontade de comer doces e atua como moderador natural de apetite, devido sua propriedade sacietogênica (aumenta a sensação de saciedade).




O KOUBO”o doce que emagrece” ainda favorece a quebra e a eliminação de moléculas de gorduras localizada, e tornou-se um potente extrato natural moderador de apetite e auxiliador no processo de emagrecimento que sacia a fome e, principalmente, diminui a vontade de comer doces.




Confesso: esse eu quero tomar! E pra falar a verdade já comprei pela internet através do site da VEGEFARMA pagando apenas 79 reais! Nunca comprei nesse site, mas a curiosidade foi tanta e o preço tão bom, se comparado com os quase 400 reais que não resisti...




O principal atrativo pra mim foi essa de que "reduz a vontade de comer doce", porque isso sempre foi meu principal problema. A título de esclarecimento, não estou prescrevendo ou indicando nada por aqui, só compartilhei um pouco da minha curiosidade sobre o KOUBO. Quem tem interesse em conhecer mais, ou testar como eu, por favor, consulte um médico endocrinologista.




Fé na tábua!

Elas amam demais? - Por Ivan Martins.

Não resisti e tive que compartilhar por aqui... O Ivan Martins é um cara daqueles incríveis que escrevem vááárias coisas que fazem a gente pensar e se questionar... A coluna dele na Revista Época se chama: Nossa Intimidade. Meus textos favoritos são "O Amor bom é facinho" , "Trabalhar sofrendo, pode?" e um outro que compartilhei no facebook que não consegui encontrar agora. Mas dando uma lida (e re-lida, rs) nos textos, encontrei a seguinte pergunta: Elas (e eles) amam demais? Embora seja um texto longo, li pausadamente e tentei interpretar cada parágrafo... Extraí um pedacinho pra expor aqui...




Trecho de: Elas (e eles) amam demais?? - Ivan Martins




Seja ele feminino ou masculino, por trás desse bolero agonizante há um tipo de personalidade cuja principal característica, me parece, não é amar demais – é sofrer demais. Arrisco dizer que essa explosão de sentimentos não tem sequer relação verdadeira com o amor. Minha impressão, nada científica, é que há um tipo de personalidade comum a essas grandes histórias de sofrimento, sejam de homens ou de mulheres.



O traço mais marcante dessa personalidade sofredora é a dificuldade em estar só. Gente que passa em paz um domingo de chuva não entra em pânico porque o namorado foi embora. Quem sabe o prazer de ir sozinho ao cinema não desespera com a perspectiva de ficar sem namorada. Uma pessoa que já tenha viajado sozinha sabe que as férias – ou o feriado de Ano Novo – podem ser uma ótima ocasião para conhecer gente legal. Não estou dizendo que a solidão é gostosa ou desejável, muito menos no longo prazo. Só estou sublinhando que há pessoas para quem a simples perspectiva da solidão é totalmente intolerável – e são elas que se desesperaram quando um relacionamento chega ao fim. Qualquer relacionamento.



Outra marca registrada das mulheres (e homens) que sofrem demais é a dificuldade em enfrentar rupturas. Acertada uma situação – namoro, casamento, trabalho, endereço – a gente deseja que ela permaneça. Deve ser preguiça, escrita nos nossos genes. Mas pode ser também medo do que é novo e desconhecido. Quando alguém vai embora, por pior que seja, abre um vazio – que é preenchido, instantaneamente, pela mais intensa ansiedade. O que virá depois? Quem virá depois? Para alguns, esse doloroso período de dúvidas deve ser insuportável.



O terceiro elemento da alma desesperada é a dificuldade em arrumar companhia. Há pessoas para quem isso é fácil e outras para quem não é. Não se trata apenas de aparência ou de charme. Conheço mulher chata que não é bonita e nunca está sozinha. E outras bonitas e legais que penam para achar um par. Vale o mesmo para os homens, imagino. O tipo de gente que tem facilidade para achar parceiros reage com mais calma diante das perdas afetivas. Elas sabem, mesmo na dor, que daqui a pouco vai pintar outra pessoa. Quem não tem essa segurança pode facilmente cair no desespero. E muitas vezes cai.



O que se faz com tudo isso? Pouco. Saber não adianta muito quando uma amiga está descendo ao fundo do poço ou quando nós mesmos nos sentimos arrastados a ele. Mas ajuda, eu acho, dizer a quem sofre além dos limites que isso não é bom e nem é natural. É bom dizer a quem está assim que ela ou ele precisa de ajuda. O luto por um grande amor é normal, o desespero por uma relação meia boca não é. Há que entender a diferença.




Nada pior do que uma pessoa mergulhada em depressão com gente em volta achando sublime, cena de romance. “Ai, eu te entendo tanto, amiga. Amar demais é difícil!” Nada disso. Amar demais é bom. Não poder amar é que é ruim (e sobre isso eu escrevo na próxima semana). Mas esse sofrimento aí não tem a ver com amor. A dor de quem sofre demais precisa ser tratada para que uma paixão de verdade possa aparecer.




Nesse link há vááários textos do Ivan Martins, super indico:


Desejei...

E aí? Desejou também?






Essa sandália YSL já não é muuuita novidade... Mas entre eu e ela funciona assim: VEJO. Logo, DESEJO. Dizem que a 284 tem umas inspired´s por aí... Vejamos, né?!

Plan A, B, C.... ???